É pecado chamar Deus de VOCÊ? Ou de papai, brother? O que a Bíblia diz?
A paz do Senhor! Só me confirme uma coisa:
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Caro leitor, realmente existe em nosso tempo uma ideia de um relacionamento com Deus mais “aberto”, mais informal, onde o tratamento a Ele é menos formal e mais parecido com uma amizade humana.
Mas será que isso é algo bom e bíblico? Vejamos agora em nosso estudo.
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Como devemos tratar Deus?
(1) A primeira coisa que temos de ter em mente é a forma como a Bíblia nos apresenta os servos de Deus tratando Deus, pois a Bíblia é o nosso padrão de conduta.
O que vemos é um temor grandioso e um respeito gigantesco exigido pelo próprio Deus no tratamento para com Ele. Por exemplo, no trato com Moisés, Deus mandou que ele tirasse as sandálias dos pés:
“Deus continuou: Não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa” (Êxodo 3:5).
Isso mostra a exigência de uma certa formalidade e reverência no tratamento para com Deus.
(2) Também observamos na Bíblia que Deus é tratado nos textos ou como Deus, ou como SENHOR (todas em maiúsculas na versão em português onde aparece o nome de Deus), ou como Senhor (primeira letra em maiúscula, significando “dono”, “mestre”). Além de também por títulos como Senhor dos Exércitos, Todo Poderoso, etc.
Ou ainda como Pai também em muitos textos, indicando uma forma de tratamento formal que, em minha opinião, traz à mente do ser humano que Deus é Deus e não um igual que podemos tratar da forma que queremos, da forma como tratamos qualquer pessoa do nosso convívio.
(3) Não encontramos em toda a Bíblia, mesmo dos homens que tiveram um relacionamento mais próximo de Deus, qualquer menção mais informal deles no tratamento para com Deus.
Mesmo quando iam fazer questionamentos fortes para Deus, havia reverência nas palavras:
“Até quando, SENHOR? Esquecer-te-ás de mim para sempre? Até quando ocultarás de mim o rosto?” (Salmos 13:1).
Isso para mim é um indicativo de que Deus deve ser tratado da forma como nos foi exemplificado na própria bíblia pelos Servos de Dele mencionados ali.
Não devemos baixar o nível do tratamento para com Deus por conta de pensamentos “modernos” que não são sustentados biblicamente.
(4) Quando chegamos a esse ponto, geralmente alguém levanta o texto de João 15:15: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer”.
Se Jesus nos considera como amigos, então não podemos tratá-Lo também como trato meus amigos? Aqui é preciso ter cuidado!
O foco de Jesus está na profundidade do relacionamento com Seus discípulos (como em uma amizade sincera), mas isso não diminuí quem é Deus e a forma como devemos nos relacionar com Ele.
Note que o próprio Jesus trata Deus como “Pai”. Tanto isso é verdade que mesmo os discípulos de Cristo o tratavam como Senhor (Kurios) em grego e não com apelidos e outras formas de tratamento usuais entre humanos:
“Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão” (1 Coríntios 11:23).
(5) Tudo que falamos comunica uma mensagem. E essa mensagem será interpretada por alguém. Penso que seja muito mais clara a mensagem de reverência a Deus, de temor a Ele quando o tratamos como a Bíblia mostra.
Apesar de o uso de expressões mais informais não serem um pecado em si, elas dificultam o entendimento das pessoas e geram questionamentos e complicações desnecessárias.
Tudo isso me leva a não ver com bons olhos essa diminuição na reverência no tratamento com Deus. Quando tratamos a Deus como um igual a nós estamos, (às vezes sem intenção), diminuindo-O em nossa concepção, isso passa uma mensagem equivocada.
Com o passar do tempo Deus se torna em nossa concepção como “mais um”. Devemos tratar Deus como a Bíblia nos exemplifica, como temor e tremor, sabendo que Ele nos ama e está perto de nós, mas sabendo também de Sua grandeza, de Seu grandioso poder, enfim, de quem Ele é, da santidade de Seu nome e da reverência necessária no trato para com Ele.
Tudo isso nos faz ficar com os pés bem fincados no chão sabendo quem somos e quem é Deus. Devemos, como Moisés, “tirar as sandálias dos pés” e humildemente tratar Deus com toda a honra e reverência devidas!
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