O que significa o óleo precioso que desce pela barba de Arão no Salmos 133?
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Caro leitor, o livro de Salmos é um dos mais ricos da Bíblia. Nele temos um uso abundante de poesia e figuras de linguagem que deixam as mensagens e ensinos ainda mais belos para estudarmos.
Mas, claro, o uso desses elementos exige também do estudante mais esforço para ter uma compreensão profunda dos significados. Vamos entender juntos sobre esse óleo precioso sobre a barba de Arão.
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O que significa o óleo precioso que desce pela barba de Arão?
(1) Primeiro relembremos quem foi Arão. Ele foi Irmão de Moisés (Êxodo 4:14) e realizou um importante trabalho no plano de Deus na libertação do povo no Egito, sendo parceiro e ajudante de Moisés na comunicação com Faraó (Êxodo 7:1).
Depois da libertação do povo de Israel da escravidão no Egito, Deus mandou que o tabernáculo fosse construído e Arão foi escolhido para ser o sumo sacerdote, que é a pessoa que comandava, que tinha a responsabilidade principal no sistema de culto e sacerdócio do Antigo Testamento.
(2) Agora falemos sobre o óleo precioso. O salmista está se referindo ao óleo da unção (Êxodo 30:22-33). Era uma mistura especial de especiarias, ervas e azeite: “Disto farás o óleo sagrado para a unção, o perfume composto segundo a arte do perfumista; este será o óleo sagrado da unção” (Êxodo 30:25).
Esse óleo não podia ser produzido para uso fora do que foi determinado por Deus ali (Êxodo 30:33). Era, dessa forma, um composto que deveria ser usado para unção especial dos sacerdotes e utensílios do tabernáculo e posteriormente do templo:
“Também ungirás Arão e seus filhos e os consagrarás para que me oficiem como sacerdotes” (Êxodo 30:30). E de fato Arão e seus filhos foram ungidos após o tabernáculo ficar pronto (Levítico 8).
(3) Com esse esclarecimento agora conseguiremos entender o Salmos 133 com profundidade. No verso primeiro o salmista estabelece o assunto do qual está falando: “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!” (Salmos 133:1).
O tema central é a prática do amor fraternal, ou seja, o amor entre os irmãos. O salmista declara que essa união amorosa é boa e agradável. Mas para dar mais profundidade ao seu argumento ele usa duas figuras de comparação:
(i) É como óleo precioso:
O texto diz o seguinte: “É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes” (Salmos 133:2).
Observe que ele está falando justamente do momento em que o óleo da unção era derramado para ungir o sacerdote, nesse caso, Arão. Esse óleo era derramado sobre a cabeça dele em boa quantidade, de modo que descia para a barba e respingava sobre a roupa do sacerdote, simbolizando sua unção por completo, sua consagração a Deus.
O salmista compara a unidade do povo de Deus com esse óleo especial, raro, que traz grandes bênçãos quando é “derramado”.
Assim como o óleo da unção abençoava o sacerdote como símbolo da aprovação de Deus, essa unidade representava bênçãos quando era derramada sobre a nação toda (cabeça, barba e vestes representam esse espalhamento da união fraternal), quando era vivida de fato e de verdade.
(ii) É como o orvalho do Hermon:
Na sequência o salmista usa uma segunda figura de comparação: “É como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião. Ali, ordena o SENHOR a sua bênção e a vida para sempre” (Salmos 133:3).
O Hermon era uma montanha bem alta na região de Israel. Várias áreas de Israel não tinham tanta chuva durante o ano, de forma que esse orvalho vindo de áreas montanhosas era algo muito importante para as lavouras e plantações em geral.
Temos aqui a unidade do povo sendo comparada ao orvalho que trazia vida! A união fraternal é uma bênção a ser aproveitada e vivida, pois nesse ambiente de unidade é onde o Senhor gera grandes bênçãos a toda a nação!
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