O que significa Velho Testamento e Novo Testamento?

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significado de velho e novo testamentoComo você já deve ter percebido, a Bíblia como a conhecemos hoje, é divida em dois grandes grupos de livros: O Velho e o Novo Testamento. Para compreendermos o significado desses nomes, precisamos saber que a palavra “Testamento” quando utilizada para designar esses dois grupos de livros, significa “aliança” (pacto, contrato, concerto).

O Velho Testamento descreve principalmente a aliança de Deus com o povo de Israel. Deus fez um pacto com esse povo, e esse pacto e todos os seus pormenores estão descritos em todo o Velho Testamento. Nele também vemos a indicação de Deus de um pacto ainda maior que alcançaria todas as nações através do Messias (Veja aqui o que significa Messias).

O Velho Testamento é constituído por 39 livros (vai de Gênesis a Malaquias)

O Novo Testamento é inaugurado com a vinda do Messias, Jesus Cristo. Nessa nova aliança vemos Cristo dando Sua vida para a salvação dos que crêem (tanto os do povo de Israel quanto as pessoas de outras nações) e inaugurando a igreja, que foi depois continuada pelos apóstolos. Vemos ainda no Novo Testamento a indicação clara da segunda vinda de Jesus Cristo para selar plenamente a “aliança”. Isso se dará através do fim dos tempos, do juízo final.

O Novo Testamento é constituído por 27 livros (vai de Mateus a Apocalipse)

Dentro dos dois Testamentos temos algumas subdivisões importantes. (veja imagem abaixo):

Divisão dos livros do Velho Testamentovelho testamento, divisão dos livros

Divisão dos livros do Novo Testamentonovo testamento, divisão dos livros

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22 comentários

  • Maricelia Maria Lins Lins disse:

    maravilhoso

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  • Môniquinha Lemos disse:

    Ótima direção de estudo. obrigada.

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  • Antonio Fernandes Oliveira disse:

    Que Deus continue abençoando o seu ministério

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  • Gabriela Martins disse:

    Mt bom

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  • SERGIO DE ARAUJO NEVES disse:

    MUITO INTERESSANTES ESSES DETALHES ESTOU APRENDENDO CADA VEZ MAIS.ALELEUIA DEUS
    PARABENS PR. SANCHES.

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    • André Sanchez disse:

      Valeu, Sérgio! Continue cada vez mais firme. Quando aprendemos ficamos mais equipados para ensinar a outros. Essa é a nossa missão!

      Abs!

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  • mirielly disse:

    muito bom a historia.

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  • stefany disse:

    muito bom mesmo

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  • Simone Torquetti disse:

    podemos viver seguindo as leis do velho testamento?sabendo-se que a Palavra de Deus é a mesma ontem,hj e será eternamente?

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    • André Sanchez disse:

      Simone, viva de acordo com o resumo de toda lei e agradará a Deus: “Mateus 22.37 Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. 22.38 Este é o grande e primeiro mandamento. 22.39 O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. 22.40 Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.”

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      • Paulo disse:

        Os 4 primeiros mandamentos e o amor a Deus e o 6 amor ao próximo : igual aos 10 mandamentos

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  • ramisson disse:

    muito bom

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  • elisabeth garcia disse:

    gostaria de saber se os judaismo é a cultura mais correta que devemos seguir pois outras religiôes foi o homem quem criou?

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    • André Sanchez disse:

      Elisabeth, qualquer cultura que tenha a Palavra de Deus como regra de fé e prática é a melhor cultura

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  • osvair alves da silva disse:

    visitei esta pagina e gostei muito,parabens.

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  • João Paulo disse:

    Desculpa, mas você está equivocado amigão, Jesus não é o messias, inclusive, os Judeus nem consideram que ele tenha existido! Por que os judeus não acreditam em Jesus? Porque:

    1. Jesus não preencheu as profecias messiânicas

    2. Cristianismo contradiz a teologia judaica

    3. Jesus não personifica as qualificações pessoais do Messias

    4. Versículos bíblicos “referindo-se” a Jesus são traduções incorretas

    5. A crença judaica é baseada na revelação nacional

    Veja também:

    6. Judeus e Gentios

    7. Trazendo o Messias

    1. JESUS NÃO PREENCHEU AS PROFECIAS MESSIÂNICAS

    O que o Messias deveria atingir? A Torá diz que ele:

    a – Construirá o terceiro Templo Sagrado (Yechezkel 37:26-28)

    b – Levará todos os judeus de volta à Terra de Israel (Yeshayáhu 43:5-6).

    c – Introduzirá uma era de paz mundial, e terminará com o ódio, opressão, sofrimento e doenças. Como está escrito: “Nação não erguerá a espada contra nação, nem o homem aprenderá a guerra.” (Yeshayáhu 2:4).

    d – Divulgará o conhecimento universal sobre o D’us de Israel – unificando toda a raça humana como uma só. Como está escrito: “D’us reinará sobre todo o mundo – naquele dia, D’us será Um e seu nome será Um” (Zecharyá 14:9).

    O fato histórico é que Jesus não preencheu nenhuma destas profecias messiânicas.

    2. CRISTIANISMO CONTRADIZ A TEOLOGIA JUDAICA

    a – D’us em três?

    A idéia cristã da trindade quebra D’us em três seres separados: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (mateus 28:19).

    Compare isto com o Shemá, a base da crença judaica: “Ouve, ó Israel, o Eterno nosso D’us, o Senhor é UM” (Devarim 6:4). Os judeus declaram a unicidade de D’us todos os dias, escrevendo-a sobre os batentes das portas (Mezuzá), e atando-a à mão e cabeça (Tefilin). Esta declaração da unicidade de D’us são as primeiras palavras que uma criança judia aprende a falar, e as últimas palavras pronunciadas antes de morrer.

    Na Lei Judaica, adorar um deus em três partes é considerado idolatria – um dos três pecados cardeais, que o judeu prefere desistir da vida a transgredir. Isto explica porque durante as Inquisições e através da História, os judeus desistiram da vida para não se converterem.

    b – Um homem como deus?

    Os cristãos acreditam que D’us veio à terra em forma humana, como disse Jesus: “Eu e o Pai somos um” (João 10:30).

    Maimônides devota a maior parte do “Guia para os perplexos” a idéia fundamental que D’us é incorpóreo, significando que Ele não assume forma física. D’us é eterno, acima do tempo. É infinito, além do espaço. Não pode nascer, e não pode morrer. Dizer que D’us assume forma humana torna D’us pequeno, diminuindo tanto Sua Unidade como Sua Divindade. Como diz a Torá: “D’us não é um mortal” (Bamidbar 23:19).

    O Judaísmo diz que Messias nascerá de pais humanos, com atributos físicos normais, como qualquer outra pessoa. Não será um semi-deus, e não possuirá qualidades sobrenaturais. De fato, em cada geração vive um indivíduo com a capacidade de tornar-se o Messias. (veja Maimônides – Leis dos Reis 11:3).

    c – Um intermediário para a oração?

    É uma idéia básica na crença cristã que a prece deve ser dirigida através de um intermediário – i.e., confessando-se os pecados a um padre. O próprio Jesus é um intermediário, pois disse: “Nenhum homem chega ao Pai a não ser através de mim.”

    No Judaísmo, a prece é assunto totalmente particular, entre cada pessoa e D’us. A Torá diz: “D’us está perto de todos que clamam por Ele” (Tehilim 145:18). Além disso, os Dez Mandamentos declaram: “Não terá outros deuses DIANTE DE MIM,” significando que é proibido colocar um mediador entre D’us e o homem. (veja Maimônides – Leis da Idolatria cap. 1).

    d – Envolvimento no mundo físico

    O Cristianismo freqüentemente trata o mundo físico como um mal a ser evitado. Maria, a mais sagrada mulher cristã, é retratada como uma virgem. Padres e freiras são celibatários. E os mosteiros estão em locais remotos e segregados.

    Em contraste, o Judaísmo acredita que D’us criou o mundo físico não para nos frustrar, mas para nosso prazer. A espiritualidade judaica vem através do envolvimento no mundo físico de maneira tal que ascenda e eleve. O sexo no contexto apropriado é um dos atos mais sagrados que podemos realizar.

    O Talmud diz que se uma pessoa tem a oportunidade de saborear uma nova fruta e recusa-se a fazê-lo, terá de prestar contas por isso no Mundo Vindouro. As escolas rabínicas ensinam como viver entre o alvoroço da atividade comercial. Os judeus não se afastam da vida, elevam-na.

    3. JESUS NÃO PERSONIFICA AS QUALIFICAÇÕES PESSOAIS DO MESSIAS

    a – Messias como profeta

    Jesus não foi um profeta. A profecia apenas pode existir em Israel quando a terra for habitada por uma maioridade de judeus. Durante o tempo de Ezra (cerca de 300 AEC), a maioria dos judeus recusou-se a mudar da Babilônia para Israel, e assim a profecia terminou com a morte dos três últimos profetas – Chagai, Zecharyá e Malachi.

    Jesus apareceu em cena aproximadamente 350 anos após a profecia ter terminado.

    b – Descendente de David

    O Messias deve ser descendente do Rei David pelo lado paterno (veja Bereshit 49:10 e Yeshayáhu 11:1). Segundo a reivindicação cristã que Jesus era filho de uma virgem, não tinha pai – e dessa maneira não poderia ter cumprido o requerimento messiânico de ser descendente do Rei David pelo lado paterno!

    c – Observância da Torá

    O Messias levará o povo judeu à completa observância da Torá. A Torá declara que todas as mitsvot permanecem para sempre, e quem quer que altere a Torá é imediatamente identificado como um falso profeta. (Devarim 13:1-4).

    No decorrer de todo o Novo Testamento, Jesus contradiz a Torá e declara que seus mandamentos não se aplicam mais. (veja João 1:45 e 9:16, Atos 3:22 e 7:37).

    4. VERSÍCULOS BÍBLICOS “REFERINDO-SE” A JESUS SÃO TRADUÇÕES INCORRETAS

    Os versículos bíblicos apenas podem ser entendidos estudando-se o texto original em hebraico – que revela muitas discrepâncias na tradução cristã.

    a – Nascimento virgem

    A idéia cristã de um nascimento virgem é extraído de um versículo em Yeshayáhu descrevendo uma “alma” que dá à luz. A palavra “alma” sempre significou uma mulher jovem, mas os teólogos cristãos séculos mais tarde traduziram-na como “virgem”. Isto relaciona o nascimento de Jesus com a idéia pagã do primeiro século, de mortais sendo impregnados por deuses.

    b – Crucifixão

    O versículo em Tehilim 22:17 afirma: “Como um leão, eles estão em minhas mãos e pés.” A palavra hebraica ka’ari (como um leão) é gramaticalmente semelhante à palavra “ferir muito”. Dessa maneira o Cristianismo lê o versículo como uma referência à crucifixão: “Eles furaram minhas mãos e pés.”

    c – Servo sofredor

    Os cristãos afirmam que Yeshayáhu (Isaías) 53 refere-se a Jesus. Na verdade, Yeshayáhu 53 segue diretamente o tema do capítulo 52, descrevendo o exílio e a redenção do povo judeu. As profecias são escritas na forma singular porque os judeus (Israel) são considerados como sendo uma unidade. A Torá está repleta de exemplos de referências à nação judaica com um pronome singular.

    Ironicamente, as profecias de perseguição de Yeshayáhu referem-se em parte ao século 11, quando os judeus foram torturados e mortos pelas Cruzadas, que agiram em nome de Jesus.

    De onde provêm estas traduções erradas? S. Gregório, Bispo de Nanianzus no século IV, escreveu: “Um certo jargão é necessário para se impor ao povo. Quantos menos compreenderem, mais admirarão.”

    5. A CRENÇA JUDAICA É BASEADA NA REVELAÇÃO NACIONAL

    Das 15.000 religiões na História Humana, apenas o Judaísmo baseia sua crença na revelação nacional – i.e., D’us falando a toda a nação. Se D’us está para iniciar uma religião, faz sentido que Ele falará a todos, não apenas a uma pessoa.

    O Judaísmo,é a única entre todas as grandes religiões do mundo que não confia em “reivindicações de milagres” como base para estabelecer uma religião. De fato, a Torá afirma que D’us às vezes concede o poder de “milagres” a charlatães, para testar a lealdade judaica à Torá (Devarim 13:4).

    Maimônides declara (Fundações da Torá, cap. 8):

    “Os Judeus não creram em Moshê (Moisés), nosso mestre, por causa dos milagres que realizou. Sempre que a crença de alguém baseia-se na contemplação de milagres, tem dúvidas remanescentes, porque é possível que os milagres tenham sido realizados através de mágica ou feitiçaria. Todos os milagres realizados por Moshê no deserto aconteceram porque eram necessários, e não como prova de sua profecia.

    “Qual era então a base da crença judaica? A revelação no Monte Sinai, que vimos com nossos próprios olhos e ouvimos com nossos ouvidos, não dependendo do testemunho de outros… como está escrito: ‘Face a face, D’us falou com vocês…’ A Torá também declara: ‘D’us não fez esta aliança com nossos pais, mas conosco – que hoje estamos todos aqui, vivos.’ (Devarim 5:3).”

    O Judaísmo não são os milagres. É o testemunho da experiência pessoal de todo homem, mulher e criança.

    6. JUDEUS E GENTIOS

    O Judaísmo não exige que todos se convertam à religião. A Torá de Moshê é uma verdade para toda a Humanidade, seja judia ou não. O Rei Salomão pediu a D’us para considerar as preces de não-judeus que vão ao Templo Sagrado (Reis I, 8:41-43). O profeta Yeshayáhu refere-se ao Templo Sagrado como uma “Casa para todas as nações.” O serviço no Templo durante Sucot realizava 70 oferendas de touros, correspondendo às 70 nações do mundo. De fato, o Talmud diz que se os Romanos tivessem percebido quantos benefícios estavam conseguindo do Templo, jamais o teriam destruído.

    Os judeus nunca buscaram ativamente converter as pessoas ao Judaísmo, porque a Torá prescreve um caminho correto para que os gentios o sigam, conhecido como “As Sete Leis de Nôach.” Maimônides explica que qualquer ser humano que observe fielmente estas leis morais básicas recebe um lugar apropriado no céu.

    Para um estudo mais completo sobre as Sete leis de Nôach clique aqui.

    7. TRAZENDO O MESSIAS

    De fato, o mundo está desesperadamente necessitado da Redenção Messiânica. A guerra e a poluição ameaçam nosso planeta; o ego e a confusão estão erodindo a vida familiar. Na mesma extensão em que estamos conscientes dos problemas da sociedade, é a extensão em que ansiamos pela Redenção. Como declara o Talmud, uma das primeiras perguntas que um judeu recebe no Dia do Julgamento é: “Você ansiou pela vinda do Messias?”

    Como podemos apressar a vinda de Mashiach? A melhor maneira é amar generosamente toda a humanidade, cumprir as mitsvot da Torá (da melhor maneira que pudermos) e encorajar outros para que as cumpram também.

    O Mashiach pode chegar a qualquer momento e tudo depende de nossas ações. D’us estará pronto quando estivermos. Pois, como disse o Rei David: “A Redenção chegará hoje – se derem atenção à Sua voz.”

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    • Daiana Santos disse:

      pra mim ai só foi descrito o anti cristo ele sim traria a ¨paz mundial ¨muito cuidado com o que vc escreve amigo nao julgue as religioes que vc nao conhece fica com o seu messias que a gente fica com o nosso JESUS CRISTO AMEM!!

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  • Cecilia Mariana disse:

    eu adorei me ajudou muito no trabalho,valeu!

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  • fabricio carvalho disse:

    como diz em hebreus cap 9 ves 15 adiante o novo testamento , a nova aliança só começa com a morte do testador que é cristo e não no seu nascimento como estar na biblia , uma nova aliança só é valida com derramamento de sangue e começou quando cristo morreu na cruz , esses caras que dividiu a biblia fez uma sacanagem muito grande pois com esse erro muitas pessoa acha que praticas da lei ainda foi praticadas na graça e não tem nada a ver pois cristo viveu sua vida aqui na terra sob a lei e era preciso e só depois de sua morte e consequentimente abolindo a lei hoje vivemos sob a graça e não da lei …pensem nisso irmãos

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    • reginaldo disse:

      Ótimo Fabricio….estou nessa tbm…a palavra da verdade sempre…Graça e Paz Amado!!!

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  • Matheus Salvattory disse:

    NOVO TESTAMENTO = VELHO TESTAMENTO = BABOSEIRA

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  • Patricia Knudsen disse:

    Amei a pagina !

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