Explicando as parábolas de Jesus: O amigo importunador

Postado por Presbítero André Sanchez, em Explicando as parábolas de Jesus |

Você conhece a história do rei Saul?

Saul foi escolhido por Deus… ungido… começou muito bem. Mas aos poucos, ele foi deixando de ouvir a Palavra com atenção.

Passou a agir do seu próprio jeito… interpretar como queria… decidir sem direção clara.

E o resultado foi trágico, você lembra?: 👉 Perdeu aquilo que Deus havia confiado a ele!

Agora pense comigo…

Quantas pessoas hoje leem a Bíblia… mas não entendem com clareza? Não conseguem conectar os textos… e acabam tomando decisões espirituais sem base sólida?

Isso não acontece por falta de fé.

Acontece por falta de entendimento correto da Palavra de Deus.

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Agora vamos ao estudo de hoje...

Você pergunta: Eu gosto muito de estudar as parábolas de Jesus, devido a riqueza de detalhes e ensinos que elas trazem. Gostaria de pedir um vídeo detalhado sobre a parábola do amigo importunador. Como entender essa parábola e quais são as principais lições dela?

Onde está a parábola do amigo importuno? Ela está localizada em Lucas 11:5-8. Importunar significa incomodar, causar transtorno a alguém.

Resumo da parábola:

O contexto dessa parábola parte de um pedido dos discípulos para que Jesus os ensinasse a orar como João Batista havia ensinado os discípulos dele (Lucas 11:1).

Na sequência vem o ensino da oração do Pai Nosso (Lucas 11:2-4) e depois Jesus conta uma história de alguém que, à meia-noite, é incomodado em sua casa.

O que batia era um amigo pedindo três pães emprestados para oferece a alguém que o procurou sendo já tarde e ele não tinha nada a oferecer.

A princípio, pela hora já adiantada, esse que estava sendo importunado manda o amigo embora, pois já era tarde e não convinha se levantar para atender esse pedido.

As casas mais humildes tinham apenas um cômodo, ou seja, se alguém se levantasse para fazer pão acordaria a todos. Certamente algo muito desagradável pela hora já adiantada.

No entanto, parece que a importunação age como uma forte força para que o amigo fosse atendido, não pela amizade inicialmente, mas pelo incômodo e para se ver livre logo daquela situação chata de alguém batendo insistentemente esperando uma resposta favorável.

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Ensinos da parábola do amigo importuno

(1) A primeira lição que salta aos olhos é a persistência.

Mesmo diante de uma primeira negativa, o homem que desejava ser hospitaleiro com sua visita, e que só conseguiria fazer isso naquele momento (meia-noite) com a ajuda do vizinho, não se deixa vencer por um primeiro não na resposta ao seu pedido.

Note que o homem não nega o pão, porém, o momento não é o certo. Deus nos ensina aqui que a oração não deve deixar-se desanimar quando a resposta não é imediatamente respondida como se espera. É necessário ser persistente.

(2) Precisamos fazer questão do que pedimos.

Nesta parábola não temos a lição de que Deus deseja ser pressionado, ou que se formos importunos “moveremos” a mão de Deus! Observe que na parábola, apenas o momento é citado como um mau momento para o pedido ser atendido.

Porém, quando o amigo observa o quanto aquilo era necessário, o quanto era persistente o pedido, por causa do esforço dele, por aceitar inclusive a vergonha de ser importuno, o amigo o atenderá, mesmo que seja para se ver livre do constrangimento.

Muitas vezes Deus quer ver em nós o quanto um pedido de fato é importante, se de fato fazemos questão do que estamos pedindo e buscando, até onde estamos dispostos a ir em oração!

(3) Haverá uma resposta aos que perseveram.

Na parábola, o pedido feito, inicialmente recebe uma resposta não. Mas o fato de continuar pedindo, de continuar buscando, mesmo que envergonhado, faz com que o amigo importunado o atenda no que ele precisa. Deus quer nos ver envolvidos com nossos pedidos de oração.

Envolvidos nos pedidos verdadeiros, com o qual nos importamos, que são de fato importantes e pelos quais lutamos. Deus saberá dar uma resposta adequada aos nossos pedidos que fazemos com perseverança. Cabe a nós sermos firmes e constantes na oração.

(4) Jesus finaliza a parábola explicando, então, que atitude deve ter o crente com relação a oração a Deus. Ele diz:

“Por isso, vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á” (Lucas 11:9).

Mais abaixo ele explica como Deus age em relação aos nossos pedidos: “Qual dentre vós é o pai que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir um peixe, lhe dará em lugar de peixe uma cobra?” (Lucas 11:11).

Deus, assim como aquele amigo, é “importunado” diariamente com nossas orações. Não devemos desistir no primeiro “não”, antes, devemos perseverar nos pedidos que julgamos importantes e que sabemos que só Deus pode atender, sabedores, pela fé, de que, como Pai, Ele fará o melhor para atender às nossas necessidades da melhor forma e no melhor momento!

Os bereanos foram elogiados por Paulo porque examinavam as Escrituras todos os dias.

Eles não apenas ouviam… eles se dedicavam.

Hoje, muitos até ouvem bons estudos… mas poucos têm constância no aprendizado.

E isso faz toda a diferença.

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