As 4 maiores lições da oração do Pai Nosso que poucos percebem

Postado por Presbítero André Sanchez, em Reflexões |

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Você Pergunta: Estou estudando a oração do Pai Nosso, ensinada por Jesus aos discípulos e gostaria de entender quais são as principais lições que essa oração tem a nos ensinar em sua opinião. Pode fazer um estudo sobre isso?

Para muitos, a oração do Pai nosso ensinada por Jesus, não passa de um mantra que é repetido quase sem pensar, como se algum poder existisse em uma simples repetição.

Mas sabemos que esse modelo de oração ensinado por Jesus não é para ser meramente repetido, mas entendido de uma forma profunda (Leia também: Jesus ensinou que não podemos orar várias vezes pelo mesmo pedido).

Devemos saber por que estamos orando. Devemos saber o que Deus quis comunicar com esse modelo simples e profundo de oração.

Por isso, quero compartilhar as quatro maiores lições que a oração do Pai Nosso traz ao nosso coração. Entender essas lições é entender o que o Pai nosso deseja de nós e como Ele deseja que nos portemos e nos apresentemos perante ele.

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As grandes lições da oração do Pai nosso

(1) Aprenda o sentido da sua vida

Temos visto como nunca pessoas vivendo uma vida sem sentido, sem direção. Mesmo pessoas que estão na igreja, muitas vezes ainda não conseguiram achar o sentido da sua vida.

Vivem vidas vazias, sem rumo, levadas pelas circunstâncias que lhes atingem dia a dia, e que nem sempre as levam para perto de Deus.

A oração do Pai nosso nos ensina aqui uma grande lição: “Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu” (Mateus 6:9-10).

Como Deus é santificado? Como o reino Dele vem? Como a vontade Dele é feita? A resposta a essas perguntas está em nossa atuação como filhos de Deus, ou seja, não apenas desejamos que estás coisas boas aconteçam, mas vivemos a nossa vida com um sentido claro de fazer a vontade do Pai, de santificá-Lo, de viver o reino Dele e apresentá-lo a outros.

A grande lição aqui é aprendermos que em Deus, e na busca de fazer a vontade Dele, encontramos o sentido verdadeiro da nossa vida. E é por isso que podemos chamá-Lo de Pai. Quem não busca essas coisas não tem Deus como Pai. Quem não acha esse sentido para a sua vida não consegue ver Deus como um Pai nosso.

(2) Aprenda a saciar os seus desejos

Encontrar o sentido da nossa vida em Deus não é a única coisa que precisamos para vivermos plenamente. Temos outras necessidades. Necessidades físicas e emocionais. Nesse sentido, o Pai nosso nos ensina: “o pão nosso de cada dia dá-nos hoje” (Mateus 6:11).

O grande ensino aqui é buscar em Deus a saciedade das nossas necessidades. Isso não significa que devemos orar e não fazer nada, ficarmos apenas esperando Deus nos servir. Não!

Significa que munidos de um sentido de vida muito bem claro, buscaremos andar nos caminhos de Deus, trabalharemos com a força que Ele nos dá, buscaremos deixar algum legado abençoado a este mundo e, enquanto vivemos nossa vida dessa forma, Deus nos saciará em nossas necessidades de hoje.

Jesus é o maior exemplo disso. Apesar de não ter riquezas, viveu plenamente e saciado pelo Pai em todas as suas necessidades! Sabedores que seremos saciados pelo Pai, o nosso coração pode descansar das ansiedades e preocupações que destroem a nossa paz.

(3) Aprenda a se livrar do peso da culpa

Nossa natureza humana vez ou outra nos surpreenderá. Feriremos e poderemos também ser feridos. Esse é o peso do pecado, o peso da culpa que o pecado nos traz. O grande ensino do Pai nosso é este:

“e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores” (Mateus 6:12).

Pedir perdão e perdoar deve fazer parte da vida dos filhos desse Pai nosso. O pai perdoa o filho arrependido, nos liberta do grandioso peso que a culpa nos traz, mas exige, ao mesmo tempo, que também tiremos a culpa de outros ombros, que também perdoemos, assim como ele nos perdoa.

Os filhos de Deus não devem carregar esse peso terrível da culpa e nem devem colaborar para que outros também o carreguem.

(4) Aprenda a superar o medo do mal

Quem conhece o Pai nosso profundamente sabe que ele odeia o pecado. Ele não suporta ver Seus filhos manchados com ele. A grande lição do Pai nosso nos orienta:

“e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre” (Mateus 6:13).

Por mais fortes que possamos ser, em nosso íntimo, temos medo do mal. O maligno naturalmente desperta em nós um medo avassalador. Isso ocorre porque o maligno busca sempre atentar contra o nosso desejo de amar e servir ao Pai nosso. A grande lição aqui é unir-se ao Pai.

Não temos poder por nós mesmos de livrar a nós mesmos do mal. Mas, junto com o Pai, podemos resistir ao mal, podemos ser libertos dele, podemos ficar de pé.

Mas só na presença do Pai isso é possível. Quando, por algum motivo, deixamos a presença Dele somos presas desprotegidas para o maligno.

Os bereanos foram elogiados por Paulo porque examinavam as Escrituras todos os dias.

Eles não apenas ouviam… eles se dedicavam.

Hoje, muitos até ouvem bons estudos… mas poucos têm constância no aprendizado.

E isso faz toda a diferença.

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