31 de agosto de 2011

Pequenos atos não valem nada!

Por André Sanchez

pequenos atos, realizações, valorização, crescimentoNão costumamos valorizar muito os pequenos atos de nossas vidas. Nem os que fazemos nem os que recebemos. Talvez os enquadremos na categoria de menores, de menos importantes, de não merecedores de tanta honra assim. Mas o grande fato é que, se pararmos para pensar nos pequenos atos que podemos fazer e receber, veremos que eles são pequenos em sua aparência, mas gigantescos no poder que carregam dentro de si.

Um pequeno ato de dizer eu te amo pode ser poderoso se realizado e recebido em no momento certo. Um favor, por mais simples que seja, pode fazer corações duros serem amolecidos. Uma gentileza simples enche os olhos de quem a recebe. Uma palavra de educação, um elogio, um obrigado… os pequenos atos têm poder.

Mas o poder dos pequenos atos não se limita a esfera dos relacionamentos. Ele avança em direção às realizações.

Muitas pessoas têm vontade de ler grandes clássicos da literatura ou até a Bíblia, mas vendo a sua extensão desanimam. Isso acontece porque olham como algo muito grande e inalcançável. Agora, quando olhamos para os pequenos atos podemos, valorizando-os, chegar muito mais longe do que imaginamos. Se leio miseras 10 páginas de um livro por dia (o que dá pra fazer em uns 10 minutos), consigo ler 300 páginas por mês, e incríveis 3600 páginas em um ano. Viu o poder dos pequenos atos?

Se ajuntar pequenas moedas diariamente consigo encher cofres. Se assentar um tijolo por dia levanto poderosos muros. Se me dedicar à oração por pequenos momentos crescerei grandemente na comunhão com Deus. Se oro, ainda que por pequenos momentos, pela conversão dos perdidos, corro o risco de Deus me dizer sim. Se invisto pequenas quantias nas vidas dos missionários posso ajudar a alcançar milhões de vidas.. Vê o poder dos pequenos atos?

Assim, precisamos aprender a dividir a nossa vida em pequenos e poderosos atos, pois através deles iremos mais longe, alcançaremos a bênção de cumprir bem a nossa missão. Talvez isso devesse começar com o cessar de nossas murmurações e o iniciar de nossa gratidão e busca de fazer a nossa parte diariamente, com tranqüilidade e organização de vida.

Mãos à obra em direção aos pequenos atos!

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André Sanchez Tem 28 anos e é casado há 6 anos com Daniela. Ama escrever e estudar a Bíblia. É membro da Igreja Presbiteriana Bela Jerusalém, onde atua como presbítero, ministro de louvor e professor da Escola Dominical.. Siga no Twitter e no Facebook

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