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Eu quero um novo convertido perfeito!

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Por André Sanchez


Tenho notado ultimamente que alguns crentes [que já tem algum tempo de conversão] parecem ter pouca ou nenhuma paciência com aqueles que estão chegando agora. 

O momento em que alguém se converte parece ser o momento mais aguardado por todos, mas após a conversão as pessoas nutrem e impõe uma expectativa santa demais sobre as pessoas, que só Jesus poderia cumprir…

Quando alguém se converte, não significa que em questão de dias não terá mais hábitos ruins ou que deixará imediatamente tudo aquilo que é considerado pecado e será um exemplo se santidade.

Veja também:
- Conheça Sua Bíblia de Capa a Capa (Comece aqui) [2]
- Teologia sem mensalidades (Comece aqui) [3]
- Formação de Professores Para o Ministério Infantil (Comece aqui) [4]
- Memorização Fácil da Bíblia (Comece aqui) [5]
- Método Como Ler a Bíblia E Entendê-la Mais Facilmente (Comece aqui) [6]
- Outros Materiais (Comece aqui) [7]
Apesar de saber disso, muitos se tornam especialistas em apontar seus dedos e condenar novos convertidos por práticas que ainda não abandonaram ou que nem sabem ainda que se trata de algo que não agrada a Deus.
Assim, muitos acabam abandonando a igreja por causa da pressão desumana que sofrem por parte dos próprios crentes, que deveriam apoiar, compreender e instruir e ao invés disso, pressionam, isolam e condenam.
Todas as pessoas que já fazem parte de uma igreja e que já são convertidas deveriam ser mais sensíveis com os que chegam. Nenhuma pessoa chegou a Jesus perfeita e nunca chegará. Nenhum de nós deixou  totalmente suas práticas pecaminosas no momento em que aceitou Jesus.
Como pecadores que somos, precisamos passar por um processo de amadurecimento e cura, que definitivamente não é imediato. Com você foi imediato? É certo que não!
Se as coisas são assim, por que discriminar pessoas que estão iniciando sua busca por Deus na igreja? Por que condená-las? Por que tachá-las e muitas vezes amaldiçoá-las? A igreja não é o lugar ideal para elas se curarem? 
Por que queremos somente pessoas iguais a nós na igreja? E os que ainda estão passando pelo processo de amadurecimento? Por que somos vorazes críticos ao invés de vorazes cooperadores e intercessores por essas vidas? Por que preferimos nos afastar por nos acharmos [santos demais] ao invés de se aproximar e influenciar?
Precisamos acolher e dar suporte a todos quantos querem buscar o Senhor Jesus, sem preconceitos, sem segundas intenções, sem sermos fofoqueiros, sem julgarmos e condenarmos, sem hipocrisia, sem imposições absurdas…em outras palavras: “Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Gl 5. 14)

Essa é a vontade de Deus!