19 de janeiro de 2010
Tenho pouco demais, não ajudo ninguém!
O que uma pessoa com poucos recursos pode fazer pelo próximo? Será que alguém que dispõe de pouco, pode ajudar a solucionar algum problema? Será que é necessário ter grandes fortunas para se realizar algo?
A maioria de nós talvez acredite que poucos recursos não podem fazer muita coisa. Não se constrói muito com pouco. O pouco não vale quase nada, não pode ir muito longe. O que se pode fazer com mixarias? Nada! Portanto eu não posso ajudar…
Jesus olha aquela grande multidão e pergunta a Filipe algo estranho: “Onde compraremos pães para lhes dar a comer?” (João 6. 5)
Que grande problema temos pela frente! deve ter pensado Filipe. Pôs-se então a responder matematicamente a pergunta do Senhor: “Para cada pessoa poder receber um pouco de pão, nós precisaríamos gastar mais de duzentas moedas de prata.” (João 6. 7). Para resolver esse problema precisaríamos de uma pequena fortuna…
André chega com uma informação que acha quase inútil, mas mesmo assim expõe: “Está aí um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas isto que é para tanta gente?” (João 6. 9)
Pois é, mais de uma pessoa estava vendo o problemão que tinham pela frente, e que havia pouco ou nada a se fazer com tão pouco. Mas pouca gente reparou no rapaz…
O rapaz tinha bem pouco, talvez só o necessário para sua própria família. Aos olhos dos apóstolos aquilo não era nada, não daria para fazer nada com aqueles cinco pães de cevada e dois peixinhos.
Porém o rapaz deu a sua ajuda, contribuíu, colaborou, fez o que estava ao seu alcance. Ele abriu a mão e colocou seus recursos à disposição. Cedeu seus cinco pães de cevada e dois peixinhos. Apresentou sua contribuição, ainda que pequena e a colocou nas mãos de Jesus, mesmo diante da falta de fé dos próprios apóstolos.
O que se viu a seguir todos sabemos: A multidão comeu e se fartou e ainda sobraram 12 cestos cheios de pães. Se o rapaz se negasse a contribuir o que aconteceria? Não sabemos, mas a contribuição dele cooperou com o propósito do Senhor de resolver o problema da fome daquela multidão.
O que você tem hoje para dispor? O que você tem para ajudar? Talves somente cinco pães de cevada e dois peixinhos? Muito pouco? Não nas mãos de Deus!
Disponha dos recursos possíveis para Deus fazer impossíveis!
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3 comentários
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verdade, infelizmente acredita-se que só pode ajudar aqle q tem, nos esqçemos q servimos ao Deus dos milagres…
André seu blog, está super legal….
e parabéns pelas postagens…
bjss
A Paz André. De fato, crer no Deus da Providência exige fé madura. Minha vida é marcada dia-a-dia pela Divina Providência. Entre inúmeros milagres quero testemunhar a ação de Deus no dia em que não tínhamos absolutamente nada, além de água – até papel higiêncio precisamos utilizar do condomínio. Sou mãe de quatro filhos e meu esposo havia nos abandonado. Três estavam na faculdade.Fortalecida em Jesus, comecei a trabalhar dia e noite com a graça de Deus conseguíamos sobreviver com dignidade. Minha sogra permaneceu conosco e por conta do câncer também gerava-me grandes despesas, sem citar todo o zelo necessário diante da dependência(banhos, fraldas, alimentação). Após dois anos da separação, meu esposo desejou voltar para a família – ele já havia perdido todos os bens e e possuía diversas dívidas. Para a honra e glória do Senhor meu coração pedia para aceitá-lo: era um filho de Deus, confiado a mim e precisava da oportunidade para ser filho, esposo e pai.Louvado seja Deus que operou em mim e em nossos filhos o dom do perdão e o recebemos de volta, pois meses depois, ele adoeceu, teve seu deserto (exatos 40 dias)consumidos pelo câncer e faleceu. Precisei parar de trabalhar para cuidar dele e de minha sogra.Nesse período,além das necessidades da doença dos dois, além das despesas domésticas somadas as despesas da educação, havia também dívidas do meu esposo para honrar (cujas, mesmo depois do óbito honramos todas.)Sem desespero, confiante na ação da Providência, dobrava meus joelhos implorando misericódia, força e fidelidade a Deus, mesmo no dia em que nos faltou tudo materialmente: restou-nos apenas a água. E foi diante desta água que orei confiante na ação da Água Viva. Mesmo com tantos desafios não abandonei a missão de evangelizar servindo em um núcleo de favela. Fiz a oração e fui rapidamente até o núcleo ao encontro de uma família necessitada – não tinha como oferecer a alimentação que faltava a eles, mas tinha em mim, o silencio de minha dor, a esperança, a confiança em Deus para ofertar. AQUI O SENHOR COMEÇA A OPERAR SEU MILAGRE. ENQUANTO ESTAVA COM ESTA FAMÍLIA, UMA PESSOA DEIXOU EM MINHA CASA UMA CAIXA DE LEITE. AO RETORNAR, AGRADECI A DEUS POR TER LEITE PARA OFERECER A MINHA FAMÍLIA E NÃO HESITEI: SEM MEDO DO AMANHÃ, PARTILHEI A METADE COM A FAMÍLIA DO NÚCLEO.VOLTEI PARA O NÚCLEO, FELIZ, POIS PODERIA OFERECER LEITE PARA QUEM ESTAVA COM FOME. AO VOLTAR PARA CASA, A PORTA DO APTO NÃO ABRIU INTEIRA; FORCEI E SENTI QUE HAVIA ALGO PESADO BLOQUEANDO A PORTA. EMPURREI COM MAIS FORÇA E PARA A HONRA E GLÓRIA DO SENHOR HAVIA CESTAS BÁSICAS, CAIXAS DE LEITE, SACOLAS COM FRUTAS, VERDURAS E LEGUMES, CAIXAS COM PRODUTOS DE LIMPEZA E HIGIENE, FRALDAS, REMÉDIOS, CONTAS DE LUZ, TELEFONE E CONDOMÍNIO PAGAS, UM ENVELOPE COM DINHEIRO E O MELHOR: AMIGOS ESPERANDO PARA ABRAÇAR-ME, DANDO A CERTEZA DE QUE, POR MEIO DELES, O SENHOR NÃO HAVIA NOS ABANDONADO. ELE CUIDA DE NÓS, SEMPRE…Fraternalmente, o meu abraço. bençãos precisosas sejam derramadas sobre nós e nossas famílias, confiantes de que NADA PODERÁ NOS ABALAR; NADA PODERÁ NOS DERROTAR, POIS NOSSA FORÇA E VITÓRIA TEM UM NOME: É JESUS!