30 de agosto de 2009
Louvor cego
Por André Sanchez
Tenho visto atualmente que muitas igrejas não tem tido o cuidado de fazer uma análise teológica das músicas que tem cantado. As escolhas feitas pelos ministérios de louvor tem sido balizadas pela moda e pela beleza da melodia. Muitos absurdos tem sido cantados aos montes nas igrejas, confundindo a cabeça das pessoas e colocando conceitos que vão contra ao que a Bíblia ensina.
Será que não deveria haver mais seriedade nas escolhas das músicas que são executadas na igreja?
A mídia tem colocado no “ar” as músicas que vão “pegar” e não se espera outra coisa de quem visa o lucro! Não se espera outra atitude dessas gravadoras.
Mas não podemos ser influenciados por algo que vai contra a Bíblia, podemos?
Eu peço a todos os que são líderes para que tenham mais cuidado com isso. A música tem muito poder e pode trazer bênção ou maldição, dependendo do que diz sua letra! Que tipo de pasto temos dado as nossas ovelhas? Pasto seco ou pasto verdejante? Temos criado pessoas que refletem nas letras ou que só mergulham nas “sensações” de uma melodia atraente e “espiritual”?
Deus não deseja que os crentes sejam ignorantes e manipulados!
Atos 17:11 Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim.
Se o próprio Apóstolo Paulo teve suas palavras examinadas pelas pessoas em Beréia, imagine nos nossos tempos. Precisamos voltar nossa atenção a um dos lemas da reforma protestante: “Sola Scriptura” (somente a Escritura).
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2 comentários
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Concordo em parte com você. A música, em si, não tem o poder de abençoar ou amaldiçoar. Ela pode, sim, influenciar de modo positivo ou negativo a vida de quem a ouve. Há muito não ouço mais rádio dita "evangélica". Músicas sem conteúdo ou até mesmo com erros teológicos. Não dá.
Existem igrejas (são poucas) que não se deixam levar por este "modismo". Ainda há esperança na música cristã também: Gerson Borges, Stênio Marcius, Silvestre Kuhlmann. Glauber Plaça, Céu na Boca, João Alexandre, Crombie, entre outros. Abraços.
Concordo plenamente, mas nao concordo com a Cristina. A musica em si nao tem o PODER mas sim quem a canta, a biblia diz que nossas palavras tem poder entao consequentemente se cantamos uma musica sem discernimento podemos sim estar abençoando ou amaldiçoando a nos mesmos ou a putras pessoas, por isso devemos ter cuidado com o qu ouvimos e cantamos.